Nutrição, Saúde é bom saber!

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A nutrição é a ciência responsável pelo estudo dos alimentos, seus nutrientes e o próprio ato de se alimentar. A adoção de uma alimentação saudável previne o surgimento de doenças crônicas e melhora a qualidade de vida. Frutas, verduras, legumes e cereais integrais contêm vitaminas, fibras e outros compostos, que auxiliam as defesas naturais do corpo e devem ser ingeridos com frequência. Ter uma boa alimentação é sinônimo de vida saudável

sábado 13 agosto 2011 12:08


Comer pimenta faz bem…

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Por trás de sua cor avermelhada (ou preta, depende do tipo) se esconde uma substância amiga do organismo, capaz de atuar em diversas áreas do corpo. Com vocês, a capsaicina. Mas as boas notícias não acabam por aí. Nutriente como a vitamina C, poderoso antioxidante, também está presente na especiaria.
A seguir, veja oito poderes da pimenta:

1. Emagrece
Diminuição do apetite e queima de calorias: pimenta no prato signifca ajuda extra contra os quilos a mais!
2. Previne o envelhecimento precoce
O tempero oferece cerca de quatro vezes mais vitamina C do que a laranja, nutriente que atua contra os efeitos da idade

3. Afrodisíaca!
Sabe o termo "apimentar a relação"? Pois é, um pouco de pimenta dá aquele empurrãozinho para estimular o apetite sexual

4. Solte a risada
Rir não faz mal a ninguém, certo? Fique sabendo que o consumo do tempero também está associado à melhora do humor

5. Abaixo o colesterol!
Quem consome pimenta preza por níveis reduzidos desse vilão, que adora arranjar encrenca com o coração

6. Intestino sem crise
A pimenta possui agentes químicos que ajudam a eliminar bactérias inimigas do bom funcionamento do intestino

7. Câncer no alvo
Estudos demonstram que um pouco de pimenta no cardápio ajuda a prevenir e auxiliar no combate de tumores

8. Xô, dor de cabeça!
Para quem vive reclamando desse tormento, comer pimenta pode ajudar a refrescar a cuca

sábado 13 agosto 2011 12:04


Vitaminas do complexo B protegem o organismo de tumores

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Rechear o cardápio com alimentos lotados de vitaminas B6, B9 e B12 é a saída para evitar falhas em um processo que ocorre naturalmente no organismo: a metilação do DNA. Quando ele destrambelha, abrem-se alas para cânceres como o de pulmão, por exemplo.

"A metilação é o que se chama de uma modificação epigenética, um fenômeno que pode gerar tumores. Mas, diferentemente de uma alteração genética, ela é reversível", explica a especialista em estatística Valéria Baltar, que estudou o assunto para sua tese de doutorado em saúde pública na Universidade de São Paulo.

Daí por que encher o prato com fontes do complexo B, como o arroz integral e os peixes. Confira as melhores fontes de vitaminas abaixo:

B6
Em falta, provoca também dermatites, náusea e nervosismo. Pode ser encontrada no gérmen de trigo, na aveia, no arroz integral e nas leguminosas.

B9
Também conhecida como ácido fólico, está presente no fígado, nos vegetais de folhas verde-escuras, nos feijões, no gérmen de trigo e na gema de ovo.

B12
Está presente nas carnes vermelhas, nos ovos, no leite e nos peixes. Os vegetarianos estritos precisam fazer suplementação dessa vitamina.

sábado 13 agosto 2011 12:03


A dieta do prato ideal

Diante das novas recomendações do governo americano, te ensinamos como colocar porções hipernutritivas, variadas e pouco calóricas na sua mesaA dieta do prato ideal

Em mais um esforço para desinflar as estatísticas da obesidade, os Estados Unidos acabam de substituir seu ícone de alimentação saudável. No lugar da velha pirâmide, que desde os anos 1990 é referência para profissionais de saúde e para a população em diversos cantos do globo, o país agora adotou a imagem de um prato. Batizada de MyPlate, a nova representação gráfica pega carona nas últimas diretrizes dietéticas americanas, divulgadas em janeiro deste ano. Ela é dividida em quatro partes, nas proporções que você vê na foto ao lado. Frutas e vegetais ocupam metade do espaço, enquanto grãos e proteínas ficam com a outra parcela. À direita, um copo lembra a importância dos laticínios na dieta.

A ideia, segundo a primeira-dama Michelle Obama, que anunciou o lançamento do novo padrão, é usar um desenho facilmente compreensível até mesmo para uma criança. "Sem dúvida, o prato é mais eficiente para atingir a população como um todo", afirma Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia. A principal crítica às pirâmides - no plural, porque existem diferentes versões - é justamente a dificuldade que pessoas comuns enfrentam para decifrá-las e colocar seus preceitos em prática. "Visualmente, a proporção dos grupos alimentares e o tamanho das porções parecem estar mais claros agora", opina Rosana Perim, gerente de nutrição do Hospital do Coração, em São Paulo.

Mas o MyPlate também tem seus problemas. Um texto publicado pela Escola de Saúde Pública da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, dá exemplos: à primeira vista, não há como saber que os grãos integrais são melhores que os refinados, ou que feijão, peixe e frango são fontes menos gordurosas de proteína. Sem falar que o prato alude a uma única refeição, quando na verdade a distribuição dos alimentos deve se estender ao longo do dia.

Controvérsias à parte, a missão de todo guia alimentar é incentivar escolhas mais saudáveis e ajudar na prevenção de enfermidades crônicas - se um indivíduo já tem uma doença, deve ter as recomendações ajustadas à sua condição. Nos últimos anos, a prioridade tem sido frear a epidemia mundial de obesidade e reduzir a prevalência de males relacionados ao excesso de peso, como problemas cardiovasculares, diabete e câncer. Por enquanto, a tarefa está longe de ser cumprida. A Organização Mundial da Saúde (OMS) prevê que, em 2015, serão 700 milhões de obesos em todo o mundo. Em terras brasileiras, quase metade da população está acima do peso e 15% dos adultos são obesos, segundo dados recentes do Ministério da Saúde.

Como deveria ser o prato verde-amarelo

Apesar dos pontos em comum com os vizinhos ao norte do continente, não custa lembrar que o MyPlate foi desenvolvido com base na realidade daquele país, e que, portanto, não pode simplesmente ser emprestado por quem está abaixo da linha do Equador. "É preciso olhar para as nossas questões", pondera a nutricionista Renata Padovani, do Núcleo de Estudos e Pesquisa em Alimentação da Universidade Estadual de Campinas, no interior de São Paulo. Mas, afinal, o que falta e o que está sobrando no nosso prato?

"O consumo de frutas e vegetais aqui é baixíssimo", alerta Cyntia Carla da Silva, coordenadora do Setor de Promoção à Saúde do Hospital do Coração, na capital paulista. De acordo com a última Pesquisa de Orçamentos Familiares do IBGE, esses alimentos representam apenas 2,8% do total de calorias médio que o brasileiro consome diariamente. Isso equivale a um quarto da recomendação, que é de 400 gramas diários. Consequentemente, estamos longe de ingerir a quantidade ideal de fibras, que, aliás, dão uma bela força para quem precisa murchar os pneus.

A nutricionista Mariana Del Bosco, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica, menciona outros dois desajustes da nossa dieta que preparam o terreno para os quilos a mais: os excessos de açúcar e gordura. No caso dos doces, o exagero sempre é negativo. "Essa mania potencializa o risco de diabete, gordura no fígado e colesterol elevado", avisa. Portanto, moderação no consumo.

Sobre a gordura, o problema também está no tipo. E adivinhe com qual nos esbaldamos. Na saturada, que é supercalórica e favorece o entupimento das artérias. Maneirar na ingestão pode ser mais fácil do que parece. Acompanhe a conta que Mariana propõe. Se uma família de quatro pessoas reduzir o uso mensal de óleo de três latas para uma e meia, cada um deixaria de ingerir 112 calorias por dia. Em dois meses, essa pequena mudança resultaria em quase 2 quilos a menos na balança para cada indivíduo.

Usar o prato como modelo de dieta balanceada não é exatamente uma novidade. Reino Unido, Austrália, Suécia e outros países já trabalham com esse recurso gráfico. No Brasil, apesar da popularidade da pirâmide alimentar, o governo não emprega nenhum ícone oficial. No dia a dia, entretanto, são muitos os profissionais de saúde que lançam mão de desenhos e esquemas para orientar seus pacientes. Um exemplo é o que se ensina no Hospital do Coração, em São Paulo. Lá, a sugestão de menu é um prato em que metade deve ser reservada aos vegetais, um quarto a uma porção pequena de carne magra e o quarto restante à dupla arroz com feijão.

Resgatar essa parceria, que por tanto tempo protagonizou a nossa dieta, é, também, uma maneira de controlar o ataque aos snacks, processados e afins, fontes inesgotáveis de carboidratos refinados. Esses nutrientes elevam rapidamente os níveis de açúcar no sangue e estimulam a produção de insulina, o hormônio que coloca a glicose dentro das células. Com a insulina à solta, o organismo é convidado a estocar gordura.

Em busca da redução do sódio

"Não dá para voltar atrás em relação aos industrializados, mas é possível buscar soluções para tornar seu consumo menos prejudicial", acredita a nutricionista Beatriz Botéquio, da Equilibrium Consultoria em Nutrição e Bem-Estar, em São Paulo. Uma ideia, ela diz, é dar preferência a produtos que levam o selo Minha Escolha. Eles cumprem critérios estabelecidos pela Fundação Internacional Choices para nutrientes como gordura saturada, gordura trans, açúcar e sódio.

E, para dar um basta ao sódio nosso de cada dia, o Ministério da Saúde e a indústria de alimentos assinaram em abril um termo de compromisso que prevê a redução desse ingrediente em 16 alimentos, começando por massas instantâneas, pães e bisnaguinhas. A quantidade diária de sódio disponível nos domicílios do país hoje é de 4,5 gramas, mais que o dobro do limite estipulado pela OMS, de 2 gramas.

Dá para simplificar sem perder qualidade? Essa é a pergunta que, no fundo, todo mundo se faz frente a tantas recomendações, cuidados e medidas. Será que existe um jeito simples de se alimentar da forma adequada? De acordo com o trabalho coordenado pela psicóloga alemã Jutta Mata, do Max Planck Institute for Human Development, em Berlim, descomplicar é o melhor caminho para garantir o sucesso de uma dieta. "Descobrimos que o nível de complexidade cognitiva está totalmente ligado à adesão a um regime", conta a pesquisadora. Em outras palavras, quanto menos elementos, cálculos e demais informações tiverem que ser processados, maior é a chance de sucesso inclusive na manutenção de peso. Nesse caso, ponto para o novo prato americano, que confia na simplicidade para orientar a população.

O estudo conduzido por Jutta e seus colegas também pesa em favor do que a maioria dos especialistas está cansada de pregar: dietas mirabolantes não são capazes de garantir uma vida mais saudável. E aí chegamos à já conhecida conclusão de que o segredo está mesmo no equilíbrio. "O que falta é parar e pensar no que vamos comer", resume o nutrólogo Durval Ribas Filho.

Como o principal desafio é derrubar o ponteiro da balança, não dá para ignorar que o excesso de peso é um problema multifatorial. "Um levantamento do governo inglês faz um paralelo entre a obesidade e o aquecimento global, porque ambos são problemas complexos que exigem não só mudanças de comportamento mas econômicas e sociais", afirma o endocrinologista Walmir Coutinho, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. Patrícia Jaime, coordenadora de alimentação e nutrição do Ministério da Saúde, concorda. "As taxas de obesidade no país só poderão ser reduzidas com ações em diversos âmbitos", diz. Que tal começar pelo seu prato?


A gente come assim

Este ano, o Ministério da Saúde divulgou os resultados do Vigitel 2010, uma pesquisa que avalia fatores de risco e proteção para doenças crônicas, com base em entrevistas feitas por telefone. Veja o que dizem os brasileiros sobre seus hábitos alimentares

56% dos brasileiros afirmam tomar leite integral

34% consomem carne com excesso de gordura

66% consomem feijão cinco ou mais vezes por semana

18% consomem cinco ou mais porções de frutas e hortaliças por dia


O que mudou
Nosso padrão alimentar está se transformando. Observe o que houve com a participação de alguns alimentos na média diária de calorias entre 2002 e 2009

Embutidos
Aumento de 23,5%

Pães
Aumento de 12%

Biscoitos
Aumento de 10%

Arroz
Queda de 7%

Feijão
Queda de 18%

Farinha de mandioca
Queda de 20%


A pirâmide no tempo

Diversas versões foram criadas antes da recente implosão. Conheça as principais

1992

  • O Departamento de Agricultura americano desenvolve
a primeira referência triangular do garfo saudável.

1999
  • A nutricionista Sônia Tucunduva Philippi, da Universidade de
São Paulo, adapta a pirâmide americana aos nossos hábitos.

2000
  • A Clínica Mayo, nos Estados Unidos, cria uma
variante que resgata a importância da atividade física.

2001
  • Especialistas de Harvard fazem a sua e enfatizam
o consumo de cereais integrais e óleos vegetais.

2005
  • A MyPyramid distribui os alimentos verticalmente
e traz orientações conforme o perfil de cada pessoa.


À brasileira
Desde 2006, as diretrizes do governo brasileiro estão reunidas no Guia Alimentar para a População Brasileira, que indica porções diárias para oito grupos de alimentos. A nutricionista Beatriz Botéquio, da Equilibrium Consultoria em Nutrição, em São Paulo, criou um cardápio baseado nessas recomendações

 

 

 

 Grupos Alimentares  Porções Recomendadas
 Cereais, tubérbulos, ráizes e derivados  6
 Feijões  3
 Frutas e sucos de frutas naturais  3
 Legumes e verduras  3
 Leite e derivados  3
 Carnes e ovos  1
 Óleos, gorduras e sementes oleaginosas  1
 Açúcares e doces  1

 

Café da manhã

  • 1 copo (200 ml) de leite desnatado
  • 2 fatias de pão integral
  • 1 colher de chá de margarina
  • 1/2 unidade de mamão papaia

Lanche da manhã

  • 1 goiaba vermelha pequena

Almoço
  • 1 pires de salada de folhas verdes
  • 2 colheres de sopa de cenoura
  • 1 colher de sobremesa de azeite
  • 4 colheres de sopa de arroz integral
  • 1 concha de feijão
  • 2 unidades de almôndega de
carne recheada com espinafre
  • 1 copo (200 ml) de suco de maracujá

Lanche da tarde
  • 4 torradas integrais salgadas
  • 1 iogurte desnatado de frutas

Jantar
  • 1 prato de sobremesa de alface
roxa com minicenoura e cubos
de abacaxi
  • 3 colheres de sopa de batata corada
  • 1 unidade pequena de filé de frango
grelhado com molho barbecue

Lanche da noite
• 1 copo de leite desnatado

 

 

 

 

sexta 05 agosto 2011 12:27


DEPENDÊNCIAS...

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Dependência Física
Consiste na necessidade sempre presente, a nível fisiológico, o que torna impossível a suspensão brusca das drogas. Essa suspensão acarretaria a chamada crise da "abstinência". A dependência física é o resultado da adaptação do organismo,independente da vontade do indivíduo. A dependência física e a tolerância podem manifestarem-se isoladamente ou associadas, somando-se à dependência psicológica. A suspensão da droga provoca múltiplas alterações somáticas, causando a dramática situação do "delirium tremens".
Isto significa que o corpo não suporta a síndrome da abstinência entrando em estado de pânico. Sob os efeitos físicos da droga, o organismo não tem um bom desenvolvimento.

Dependência Psicológica
Em estado de dependência psicológica, o indivíduo sente um impulso irrefreável, tem que fazer uso das drogas a fim de evitar o mal-estar. A dependência psicológica indica a existência de alterações psíquicas que favorece a aquisição do hábito. O hábito é um dos aspectos importantes a ser considerado na toxicomania, pois a dependência psíquica e a tolerância significam que a dose deverá ser ainda aumentada para se obter os efeitos desejados. A tolerância é o fenômeno responsável pela necessidade sempre presente que o viciado sente em aumentar o uso da droga.
Em estado de dependência psíquica, o desejo de tomar outra dose ou de se aplicar, transforma-se em necessidade, que se não satisfeita leva o indivíduo a um profundo estado de angústia, (estado depressivo). Esse fenômeno não deverá ser atribuído apenas as drogas que causam dependência psicológica. O estado de angústia, por falta ou privação da droga é comum em quase todos os dependentes e viciados.

Requisitos Básicos da Dependência
1 - forte desejo ou compulsão para consumir a substância;
2 - dificuldade no controle de consumir a substância em termos do seu início, término ou níveis de consumo;
3 - estado de abstinência fisiológica quando o uso cessou ou foi reduzido (sintomas de abstinência ou uso da substância para aliviá-los);
4 - evidência de tolerância, de tal forma que doses crescentes da substância psicoativa são requeridas para alcançar efeitos originalmente produzidos por doses mais baixas;
5 - abandono progressivo de prazeres ou interesses alternativos em favor do uso da substância psicoativa, aumento do tempo necessário para obter ou tomar a substância psicoativa ou para se recuperar dos seus efeitos;
6 - persistência no uso da substância, a despeito de evidência clara de consequências manifestamente nocivas, tais como dano ao fígado por excesso de álcool, depressão consequênte a período de consumo excessivo da substância ou comprometimento cognitivo relacionado à droga.

Uso de Droga em Adolescentes
Idade de início Substância Tempo para uso problemático
11 anos álcool 2,5 anos
12 anos maconha 1 ano
13 anos cocaína 6 meses
14 anos crack 1 mês

 

Perfil dos Usuários
81% são de classe média
46,8% cursam o nível superior
50% mencionam apenas os efeitos positivos da droga
84% já tiveram episódios depressivos após o uso
65,6% acreditam que o ecstasy é seguro
15,6% já tiveram problemas financeiros pelo uso do ecstasy
100% usam a droga em grupo
100% são usuários de outras drogas como maconha, cocaína e LSD


Dados Epidemiológicos
20% da população usam substâncias psicoativas no decorrer da vida;
15% no mínimo são portadores da doença da dependência química;
10% a 12% desses usam mais de uma droga concomitante;
A incidência de DQ é de 2 a 6 vezes maior no homem;
DQ evolui do álcool para drogas mais pesadas;
150 mil óbitos/ano por alcoolismo nos USA;
15% dos DQ cometem suicídio (20 vezes maior que na população).

Transtornos Psiquiátricos em Pacientes Dependentes de Álcool
- 218 pacientes alcoolistas x 218 pacientes não alcoolistas - Serviço Ambulatorial Universitário do estado de São Paulo;
- Prevalência em toda vida (LTP) de transtornos psiquiátricos: 70% população alcoolista x 26% população não alcoolista;
- Depressão maior em 50%;
- Personalidade anti-social em 30%;
- Fobias em 20%;
- Abuso/dependência de outras drogas em 19%.

Transtornos de Personalidade na dependência da Cocaína
- prevalência ao longo da vida de transtornos psiquáticos foi de 69%;
- 29% com transtornos afetivos e ansiosos
- 40% com transtornos de personalidade
- 31% sem transtornos

Saiba como Agir nas Emergências
Aprenda a conhecer os sintomas de overdose (intoxicação aguda) e saiba o que fazer quando uma pessoa exagerou no uso de drogas e pode estar precisando da sua ajuda:

Conheça os sintomas:
- Perda da consciência, coma ou sono repentino e/ou profundo
- Respiração lenta ou curta ou parada da respiração
- Sem pulso ou pulso fraco
- Lábios roxos
- Convulsões, movimentos involuntários, desmaios
- Palpitação, taquicardia, dor no peito

Saiba o que fazer:
- Chame o resgate ou ajuda médica para emergências, imediatamente.
- Nunca deixe a pessoa sozinha.
- Deite a pessoa de lado, tenha certeza de não haver comida ou vômito na garganta.
- Afaste o queixo do peito.
- Nunca dê outra droga para combater o efeito.
- Nunca ponha nada na boca da pessoa, incluindo água ou medicamentos.
- Se a pessoa estiver tendo uma convulsão segure a sua cabeça com cuidado para não bater no chão ou em algum móvel

Atenção: A mistura de qualquer droga com álcool ou outras drogas aumenta o risco de overdose, ferimentos, violência, abuso sexual e morte.

Vício sem Fim
Por que é possível se tornar dependente de jogos, chocolate, compras .
e até mesmo sexo Loucos por Pílulas
Remédios para emagrecer, dormir ou combater a impotência geram uma mania pelo consumo exagerado de medicamentos, cada vez mais frequente nos países desenvolvidos.
 

sexta 29 julho 2011 10:58


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